Fórum Social quer punições ao trabalho escravo

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Os presidentes do Paraguai, Fernando Lugo, da Bolívia, Evo Morales, do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, do Equador, Rafael Correa, e da Venezuela, Hugo Chavez, participam com integrantes do Fórum Social Mundial do painel América Latina e o Desafio da Crise Internacional (foto abaixo)lula_presidentes

Chefes de estado já estão em Belém para o Fórum Social Mundial. Nesta quinta, os participantes pediram punições mais rigorosas para o trabalho escravo.

Neste debate, a Organização Internacional do Trabalho alertou que o trabalho escravo atinge 12 milhões de pessoas em todo o planeta.

“Na África, até as crianças são exploradas”, diz um representante de Gana. No Brasil, estima-se que 40 mil pessoas estejam em regime de escravidão, principalmente na Amazônia. Os participantes do fórum pediram o confisco das propriedades usadas para escravizar trabalhadores.

A política de meio ambiente do governo brasileiro tem recebido críticas desde o início do evento. “Há medidas que podem ser tomadas pelo governo para impedir por exemplo que a madeira extraída ilegalmente seja exportada. Tem que aumentar a capacidade de fiscalização e controle”, defendeu Francisco Whitaker, do Comitê Internacional do Fórum Social Mundial.

O ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, esteve no fórum. “Sem alternativa sustentável é enxugar gelo, daí a importância de usar os recursos do Fundo Amazônia para empreendimentos sustentáveis e não poluentes. Só a polícia não resolve o desmatamento”.

Os presidentes Evo Morales, da Bolívia; Rafael Correa, do Equador; Fernando Lugo, do Paraguai; e Hugo Chávez, da Venezuela, tiveram um encontro com líderes sindicais e de movimentos sociais.

À tarde, o presidente Lula chegou a Belém para participar do Fórum Social Mundial. Mas antes do fórum, ele se reuniu com os outros chefes de estado. Eles debateram os impactos da crise econômica mundial na América Latina. Os presidentes estudam adotar medidas em conjunto para combater a crise.

Imagem: Agência Brasil.

Fonte: Jornal Nacional (G1).


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